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AULA 10 - O uso dos tipos
Altura da Caixa Alta: Altura da letra, que vai desde a base da linha até a parte mais alta da letra maiúscula. Altura da Caixa Baixa: Altura da letra minúscula, que vai desde a base da linha até o correspondente a altura da letra "x". Ápice ou Cabeça: Ponto mais alto da letra na caixa alta. Ascendente: Parte superior da letra maiúscula, que vai desde o topo da caixa baixa até o topo da caixa alta. Barra: Traço transversal das letras como "A" , "H" e "E" caixa alta. Barriga ou Pança: Parte arredondada de letras como "C", "G" e "D" caixa alta. Base ou Pé: linha invisível onde a linha de texto se apóia. Corpo (Altura do Tipo): Convenção internacional para medida da altura de uma letra. Vai desde o ponto mais baixo da descendente até o ponto mais alto da ascendente. É medido em pontos tipográficos, e cada ponto corresponde a 0,351 mm, que é 1/12 de 1 pica (não precisa ficar excitado, lê-se paica, e mede 42,33 mm), que por sua vez mede 1/6 de uma polegada (25,4mm). Um ponto mede, portanto, 1/72 de uma polegada. Descendente: Parte inferior da caixa baixa, que fica abaixo da base. Entrelinha: Espaço entre duas linhas consecutivas, medido da cabeça da caixa alta da linha superior até a base da linha inferior. Haste ou Fuste: Traço do desenho da letra que sobe em ângulo reto em relação à base. Montante ou Trave: Traço inclinado do desenho da letra em relação à base. Serifa: Terminação que caracteriza a família tipográfica à qual determinado tipo pertence. As principais famílias de serifas, são: Romana, Grega e Bodoni; as letras sem serifa são chamadas de lapidárias e as demais, que não se enquadram nesta divisão, são as Livres, que compreende a manuscritas, góticas, sombreadas, fantasia etc. Terminal: Parte final do desenho da letra. Vértice: Ângulo de letras que possuem traços inclinados.
Para facilitar seu estudo, os caracteres foram classificados em 5 famílias, de acordo com a serifa. São elas:
Dentro de cada
família, existem diversas fontes e em cada fonte, suas variações.
A enorme variedade de desenhos reflete a necessidade que os homens têm para transmitir uma variada gama de informações, em também variadas formas, criando e usando os sinais que se adaptem à mensagem. E alguns incorporam de tal maneira a informação, que a associação é imediata, como por exemplo:
Por isso o desenho do carácter é considerado um reflexo da sociedade e da experiência acumulada pelo homem. Alguns critérios para seu uso foram estabelecidos, mas são um tanto rígidos, motivo pelo qual cada caso deva ser analisado de maneira isolada. Quando for escolher
um tipo, leve sempre em consideração:
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