JavaScript

(retirado de www.osite.com.br)

O JavaScript depende do HTML para existir, pois se trata de uma linguagem script cujas funções somam-se ao código HTML, oferecendo assim novos recursos à sua página Web.

Todos falam sobre JavaScript e cada vez mais internautas o utilizam para dar vida aos seus sites. Mas, o que ele pode fazer? 

O JavaScript servirá para que os visitantes do seu site tornem-se participantes ativos e não simplesmente leitores, a linguagem não se limita a mostrar quadros ou abrir novas janelas: você também poderá inserir datas, incluir calculadoras, jogos ou pedir informações ao internauta.

Além disso, se a sua página tem formulários que os internautas devem completar para receber notícias ou participar de sorteios, com o JavaScript você poderá criar uma função que verifique a validade dos dados inseridos, para alertar o usuário se ele escreveu de maneira errada o seu telefone ou endereço de e-mail antes de enviar a informação.

Para inserir frases JavaScript em uma página Web é necessário usar a tag <SCRIPT> . Todas as funções JavaScript são colocam nestas "marcas" (ou "tags"), tal como mostra a figura.

No exemplo, as funções JavaScript não estão localizadas em qualquer parte da página Web, mas entre as tags <HEAD>. Mesmo que não haja nenhuma regra que defina a posição onde deve inserir-se o script - que até pode ser colocado no corpo (<BODY>) do HTML -, convém se acostumar a colocá-lo no <HEAD>, porque o JavaScript trabalha com funções e os objetos funcionam melhor se carregados no começo. Desse modo, eles estão disponíveis o mais rápido possível para os usuários.

Como qualquer outra tag, <SCRIPT> possui atributos. Um deles é o LANGUAGE, com o qual informamos ao browser a versão de JavaScript utilizada. A sintaxe correta, então, seria assim:

<SCRIPT LANGUAGE= "JavaScript">

....código JavaScript

</SCRIPT>

É possível acrescentar o número da versão junto à palavra "JavaScript" (1.0, 1.1 ou 1.2), mas o ideal é deixar que o browser interprete o código como se estivesse escrito para ele. 

O melhor é começar com um exemplo bem simples de JavaScript. Ele apenas mostrará uma frase em nossa página, mas serve para entender melhor a linguagem.

Em seu browser, este código será visto assim: 

O que você está lendo foi feito em HTML.

Mas esta frase é JavaScript!

...e com estas palavras voltamos ao HTML.

O exemplo é muito simples, e você deve estar pensando que poderia conseguir algo igual só com o HTML - e tendo menos trabalho. Mas sua simplicidade mostra a essência do JavaScript. Você já conhece a tag <SCRIPT>, mas o que significam os comandos dentro dela?

O JavaScript baseia-se em objetos, os quais têm propriedades, métodos e parâmetros. Nos próximos passos deste tutorial, você conhecerá mais sobre eles. Pode-se dizer que o objeto "lápis" tem, entre suas muitas propriedades, sua "cor". E como método, a ação de "escrever" certa frase. Com esta idéia, a sintaxe básica para objetos em JavaScript se resume assim:

objeto.propriedade

objeto.método(parâmetro)

Seguindo este raciocínio com o código escrito anteriormente, você conseguirá que na página Web (objeto document) escreva-se (método write) a frase que colocamos entre parênteses (um parâmetro).

E para terminar o comando JavaScript, ao invés de utilizar o "ponto final" da linguagem escrita, usa-se o símbolo ponto e vírgula (;). Algo muito importante, já que em JavaScript esse sinal de pontuação indica o final de cada instrução.

Simples, não? Mas cuidado, porque se você deseja ser um especialista em JavaScript, deve lembrar que este primeiro programa ainda não tem um aspecto profissional.

Você já sabe: o JavaScript não funciona de maneira igual nas diferentes versões dos dois navegadores mais populares: Netscape Navigator e Internet Explorer. Mas, mesmo sendo muito difícil que um usuário continue usando as primeiras versões destes browsers, temos de estar atentos e prevenir qualquer erro para os internautas desatualizados.

Todos os navegadores ocultam as tags desconhecidas ao mostrar uma página Web. Portanto, aqueles que não "entendem" JavaScript ignorarão o que está dentro da tag <SCRIPT>. 

Mas, para ocultar o restante do código e evitar que apareça na tela do usuário, convém guardá-lo entre os símbolos que o HTML usa para os comentários: <!-- e -->, como você poderá ver ao clicar sobre a figura ao lado.

Analise o exemplo. Os navegadores que oferecem suporte ao JavaScript lerão o código que está na tag <SCRIPT> e deixarão de lado a linha que começa com a barra dupla (//), sinal para os comentários próprios desta linguagem. É muito importante o uso da "//" para evitar uma falha no programa.

De qualquer forma, ocultar o código é uma boa maneira de evitar problemas com esses "românticos" que preferem seguir fielmente seus velhos, queridos e ultrapassados browsers. 

Mas, o que acontece com aqueles navegantes desavisados que possuem um navegador capaz de ler JavaScript, mas que estão com a opção desativada?


Muito fácil: a tag <NOSCRIPT> avisará esses usuários com uma mensagem. Você entenderá melhor no exemplo, clicando na imagem ao lado.

Como mostra o código, a tag <NOSCRIPT> localiza-se no corpo (<BODY>) da página e é usado para escrever em HTML uma mensagem que será vista por aqueles usuários que tem a opção JavaScript desativada em seu browser.

Caso contrário, serão executados normalmente os procedimentos criados dentro da tag <SCRIPT>. Teste este exemplo, tomando o cuidado de alterar a configuração do seu navegador removendo a opção de executar JavaScript.


Vamos conhecer até onde você pode chegar com JavaScript, e quais são os seus limites. O primeiro dado importante é que não é uma linguagem de programação em si, como Clipper, Visual Basic ou C, entre outras. Ou melhor, é uma linguagem script, orientada a documentos Web. As linguagens script não são capazes de criar programas independentes (os famosos arquivos executáveis que levam extensão .EXE).

Neste caso, apenas servirá para melhorar as páginas do seu site.

JavaScript, a linguagem foi criada pela Netscape e originalmente era chamado de LiveScript. Tomava muitos conceitos de Java, a linguagem criada pela Sun Microsystems, e era tão parecida com essa linguagem que a crescente popularidade do LiveScript transformava a linguagem em um competidor para o Java.

Com isso, a Sun convenceu a Netscape a unir forças para fazer evoluir a linguagem LiveScript. O resultado desse trabalho conjunto nasceu em dezembro de 1995, em uma nova versão batizada de JavaScript.

Talvez por esse inicial parentesco, muitos ainda continuam considerando JavaScript e Java como sinônimos, quando na realidade não são a mesma coisa. Continue lendo para saber em que se diferenciam estes "irmãos" tecnológicos.

Java e JavaScript não são a mesma linguagem. O parentesco que os une é de irmãos que se dão muito bem, mas são independentes. A diferença principal é que o JavaScript trabalha melhorando as páginas Web acrescentando suas funções ao código HTML, enquanto que Java é uma linguagem com a qual pode-se desenvolver qualquer tipo de programa, tendo ou não relação com a Internet.

Por isso, o JavaScript é bem mais modesto mas, ao mesmo tempo, mais simples e não exige o conhecimento de conceitos de programação mais complexos como hierarquia, classes e outras funções encontradas em Java que não explicaremos aqui, pois não são o objetivo deste tutorial.

Além disso, para programar em JavaScript é necessário apenas m editor de texto, como o Bloco de Notas do Windows, enquanto que Java, como toda linguagem de programação, requer um programa específico chamado compilador. 

Outras Opções de Interatividade:

Costuma-se associar o JavaScript com outras ferramentas que dão "vida" às páginas na Internet. Uma delas é o CGI (Common Gateway Interface), que não é uma linguagem, mas uma interface (um meio de comunicação) entre programas e serviços de informação. 

Uma aplicação CGI pode ser criada em qualquer linguagem (Fortran, C, C++, e outros), mas necessita de um servidor Web (o programa que se encarrega de distribuir páginas Web aos internautas que as solicitam digitando um endereço em um browser) para ser executada.

Os programas em JavaScript exigem apenas um browser capaz de interpretá-los (qualquer navegador Netscape Navigator 2.0 ou Microsoft Internet Explorer 3.0 ou as versões superiores dos dois podem fazê-lo). Isto acontece porque JavaScript transfere todo o código para o programa que funciona como cliente e não necessita comunicar-se com o servidor pela Internet cada vez que acontecer um evento, como ocorre com o CGI.

Não se pode esquecer do VBScript, a versão script de Visual Basic que a Microsoft lançou para competir com a invenção da Netscape e da Sun. Mas o seu uso não chegou a ser padronizado como o do JavaScript e apenas o Internet Explorer pode entendê-lo corretamente. 

OBS: Você não precisa saber programar para usar scripts em seus trabalhos. Na Internet há vários sites de bancos de scripts, gratuitos, onde você pode retirar os códigos para suas necessidades. Dê uma olhada em: http://javascript.internet.com/ 

Aqui teremos alguns exemplos.

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Marquee.

Na pasta da aula, há uma apostila (.doc) sobre a linguagem Java, caso queira aprofundar seus estudos.